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  • Mini Cama Montessoriana

    Postado em: 17/05/2016 - Sem comentários

    Para os adeptos do Método Montessori, chegou a Mini Cama Montessoriana!! Linda!
    A linha conta também com berço, cômoda, barras de apoio e espelho. Cores: azul, verde, rosa e branco.Emoticon wink
    BBtrends Jardins
    Al. Gabriel Monteiro da Silva, 235 – Jardins
    Televendas: 11-3377 9200
    WhatsApp: 11-99465 8208
    Segunda a Sexta – das 10 às 19hs
    Sábados – das 10 às 18hs
    Domingos – das 11 às 17hs

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  • Conjunto Tricô

    Postado em: 17/05/2016 - Sem comentários

    Conjunto de Tricô

    Adorável !!!!!!

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  • Como cuidar dos prematuros em casa

    Postado em: 22/12/2015 - Sem comentários

    Quando eles recebem alta, é normal os pais ficarem apreensivos. Confira dicas com os principais cuidados com o bebê que nasceu antes da hora

    O bebê humano é um dos mais frágeis da natureza e inspira cuidados especiais ao nascer. Imagine, então, se ele chegar antes da hora? O prematuro (ou seja, cujo parto aconteceu antes da 37ª semana de gestação) pode ficar dias, semanas ou até meses na maternidade antes de ir para casa. “O critério para a alta, nesse caso, não é apenas o peso da criança. Ela só costuma ser liberada se já está sugando e mamando bem, se a respiração estiver regular e se conseguir manter a própria temperatura”, afirma o pediatra Renato Procianoy, presidente do Departamento Científico de Neonatologia da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). O que, em geral, ocorre quando o bebê alcança em torno de 2 quilos – alguns um pouco antes, enquanto outros um pouco depois, segundo o especialista. Mas a tão esperada hora de deixar o hospital também pode trazer angústia e dúvidas aos pais: como cuidar do prematuro sem ajuda?

    Em primeiro lugar, os pais e cuidadores devem seguir as indicações da equipe de saúde que atendeu o bebê durante a estadia na maternidade, já que cada criança pode necessitar de cuidado e medicação específicos. Mas isso não significa que seja preciso transformar o ambiente caseiro em uma UTI neonatal. Vale reforçar que, se ele recebeu alta hospitalar, afinal, suas condições de saúde estão estáveis. Para ajudar nesse período de adaptação, tanto para os pais quanto para o bebê prematuro, profissionais da Fundação Instituto de Enfermagem de Ribeirão Preto (Fierp) desenvolveram uma cartilha, com o aval do Ministério da Saúde. Veja algumas dicas do manual a seguir.

    Visitas

    Os pais não precisam ter vergonha em limitar o tempo e o número das visitas: como o bebê já está em casa agora, elas podem se revezar. A casa, aliás, tem de ficar bem arejada e, mesmo assim, é imprescindível evitar o contato com pessoas resfriadas ou gripadas. Solicite aos visitantes que lavem as mãos antes de pegar o bebê e que jamais fumem ali.

    Amamentação

    No início, os mais imaturos têm de ser alimentados por meio de uma sonda gástrica, uma vez que não conseguem coordenar os movimentos de sucção, deglutição e respiração ao mesmo tempo. Como o prematuro é mais sonolento, muitas vezes tem de ser acordado para mamar. Nesse caso, colocar a criança junto ao seio da mãe pode estimular o reflexo da procura. A princípio, se ele não conseguir sugar direito, o ideal é ordenhar o leite e oferecê-lo em um copinho (já que a mamadeira tende a prejudicar o aleitamento materno).

    Sono

    O bebê prematuro costuma dormir mais do que o nascido a termo e, por isso, a interação com os pais também é menor. Mas nada de desanimar! O jeito é se esforçar um pouco mais ao estimular a criança. Caso ela troque o dia pela noite, evite acender a luz ou fazer barulho durante as mamadas noturnas.

    Engasgos

    Pelo fato de ainda estar aprendendo a mamar e respirar ao mesmo tempo, o prematuro pode engasgar com frequência. Quando isso acontecer, vire a cabeça do bebê para a lateral, o que ajuda a drenar o leite para fora. Para evitar os engasgos, não tenha pressa em alimentar o seu filho, fazendo-o arrotar (no colo, em pé) a cada mamada.

    Fonte: “Cuidados com o bebê prematuro: orientações para a família”, de Luciana Fonseca e Carmen Scochi (Fierp)

  • 5 dicas para facilitar a amamentação

    Postado em: 18/12/2015 - Sem comentários

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    Amamente ainda na sala de parto
    A medida é uma recomendação do Unicef (Fundo das Nações Unidas para Infância), independentemente do tipo de parto, desde que mãe e filho estejam bem. Um estudo feito pela Universidade de São Paulo mostrou que crianças que mamam na primeira hora de vida têm menos chance de usar chupeta, acessório que comprovadamente pode fazer com que elas larguem o peito mais cedo.

     

    Não compre mamadeiras ou chupetas no enxoval
    O uso de bicos, tanto da mamadeira quanto da chupeta, está associado ao desmame precoce. Isso acontece porque o movimento de sucção dos bicos artificiais é diferente daquele que o bebê faz ao sugar o peito (que estimula a língua e a mandíbula ao mesmo tempo). Como o primeiro é mais fácil, ele pode se habituar e, na hora de mamar, recusar o peito.

     

    Confira a pega
    Se o bebê sugar da maneira correta, isto é, abocanhando o mamilo e boa parte da aréola, ele vai estimular a produção de leite, ganhar peso na medida certa e, além disso, evitar fissuras na pele da mãe. Para facilitar o processo, sente-se em um local confortável, com os ombros relaxados, e coloque o bebê de frente para você (barriga contra barriga). O lábio inferior fica voltado para fora, com o queixo encostado na pele materna. O mamilo rachou mesmo assim? Então, consulte o seu obstetra. Se necessário, ele vai indicar a aplicação de pomadas específicas.

     

    Não dê atenção aos palpites
    O leite materno é o alimento mais completo que o bebê pode receber. Ainda assim, algumas pessoas menos informadas podem sugerir que você ofereça chás ou fórmulas sem necessidade. Para se “blindar” contra os palpites errados, conte com o suporte de especialistas (obstetra, pediatra, enfermeiras, profissionais de bancos de leite e consultoras de amamentação, por exemplo) e busque informação em fontes confiáveis.

     

    Peça ajuda
    Saiba que a amamentação é um aprendizado. Por isso, orientação e apoio são fundamentais. O pediatra e as enfermeiras da maternidade, por exemplo, vão mostrá-la como se faz a pega correta do seio, o que vai deixá-la mais segura. Já a família e o companheiro podem assumir as responsabilidades da casa, para que você fique com a atenção totalmente voltada ao bebê.

     

    Fonte: Maria José Guardia Mattar, pediatra do Departamento de Aleitamento Materno da Sociedade Brasileira de Pediatria

  • Aline Moraes usando Sling BBtrends – 10 razões para usar o sling!

    Postado em: 04/12/2015 - Sem comentários

    10 RAZÕES PARA USAR O SLING

    1- Seus braços ficam livres e você pode realizar outras atividades enquanto dá colo para o seu bebê. Certifique-se, apenas, de evitar coisas perigosas como andar de carro (os bebês devem sempre estar na cadeirinha de segurança) ou cozinhar (não é legal deixar a criança tão próxima de coisas como fogo, facas, água fervente, etc.).
    2- Com o balanço conforme você caminha, o calor, o aconchego, a proximidade da mãe e das batidas do coração dela, o bebê se sente de volta ao útero e se acalma.
    3- O sling pode ser usado desde que o bebê é recém-nascido até quando os pais quiserem, conseguirem e sentirem vontade.
    4- O peso do bebê é distribuído corretamente pelo seu corpo, o que evita coluna torta e aquele sentimento de que seu braço vai cair a qualquer momento de tanta dor. A coluna do bebê também fica em uma posição adequada, apesar de os críticos de plantão adorarem dizer o contrário.
    5- Você não precisa se preocupar em empurrar o carrinho em ruas esburacadas, cheias de guias não adaptadas. Não sei como é aí na sua cidade ou no seu bairro, mas aqui, tentei ir ao supermercado que fica na rua de trás de casa com a Marina no carrinho e me arrependi amargamente. Aliás, acho que foi nesse dia que eu cheguei em casa e entrei na internet para procurar o sling.
    6- O papai também pode usar o sling e ter uma leve ideia de como é ter um bebê na barriga.
    7- O bebê está seguro bem pertinho de você e ao alcance de sua visão. Se ele sentir qualquer desconforto ou problema, você verá imediatamente e conseguir resolver rápido.
    8- Bebê de colo deve ficar no colo. E o sling é um elemento facilitador para as mamães carregarem os pequenos nos braços, sem, de fato, usar os braços. Hehe. Vários estudos já demonstraram que bebês que ficam no colo choram menos e são menos agitados. E uma banana para quem acha que a criança vai ficar mimada. Pelo contrário, quando eles sentem que suas necessidades são atendidas pelos pais, eles ficam mais confiantes e desenvolvem a independência mais cedo. De acordo com algumas pesquisas, os bebês indígenas, que são carregados sempre perto das mães, choram apenas por alguns minutos ao dia, enquanto nossos bebês, que passam a maior parte do tempo em carrinhos, cadeirinhas ou berços, choram por horas.
    9- Os movimentos dos pais ajudam o desenvolvimento físico do bebê. Conforme a pessoa que carrega a criança anda, levanta, abaixa, etc., o bebê aprenda a fazer movimentos de resistência e a responder com o próprio corpo, exercitando os músculos e a coordenação.
    10- É um santo remédio para os bebês que sofrem de cólica ou refluxo. A cólica vai embora porque a barriga do pequeno fica quentinha colada a sua e o refluxo fica menor porque a criança pode ser carregada em posição vertical, que favorece a digestão.

    DOIS MOTIVOS EXTRAS

    – Tem um modelo mais lindo que o outro, com estampas coloridíssimas. Dá vontade de comprar todos. Tem o wrap, tem de argola… O meu é um wrap sling preto de caveirinha, para chocar a sociedade que acha que coisas de bebês meninas devem ser rosa ou lilás, com estampa de borboleta. Ok, ataque de consumismo controlado. Sorry!
    – A Gisele Bündchen também usa. Ela poderia ter uma babá empurrando seus bebês no carrinho, mas optou por VIVER a maternidade. ÍDALA.

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    Slings BBtrends. Aqui, Aline Moraes usa o nosso sling preto com argolas.
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  • Pronto para deixar o berço

    Postado em: 01/12/2015 - Sem comentários

    Veja quando é hora de passar o bebê para a cama

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    Não existe uma idade certa para fazer a transição para a cama. Mas a maioria dos pediatras recomenda que o bebê o deixe o berço entre 18 e 24 meses – ou assim que atingir 90 centímetros. Se ele for muito ágil, entretanto, talvez seja melhor passá-lo para a cama antes. Isso porque, uma vez que consegue escalar as grades, o berço deixa de ser um local seguro: seu filho pode pular dali a qualquer momento. A ONG Criança Segura ressalta que, ao iniciar a mudança, os pais devem checar a segurança dos ambientes aos quais a criança terá acesso a partir de então. “Vale redobrar a atenção, por exemplo, para tomadas e fios soltos, quinas e objetos que ela possa puxar”, orienta Gabriela Guida, coordenadora da instituição.

     

  • A cor dos olhos do bebê pode mudar?

    Postado em: 19/11/2015 - Sem comentários

    A quantidade do pigmento pode ir alterando o tom até 1 ano de idade

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    É só o bebê nascer para começarem os comentários: “Puxou ao pai”, “É a cara do irmão” e por aí vai. Porém, aquele “Tem os olhos da mãe” nem sempre é certeiro. No nascimento, praticamente todos os bebês têm os olhos acinzentados ou em tom azul-escuro, porque a célula responsável por produzir melanina ainda não foi estimulada a fazê-lo. E é justamente a melanina que determinará a cor da íris, parte do olho que fica em volta da pupila. A quantidade do pigmento – quanto menos, mais claro o olho – é geneticamente projetada, mas pode ir alterando o tom a partir do nascimento até por volta de 1 ano. Claro que, se o seu filho nascer com os olhos castanhos ou pretos, eles tendem a ficar assim. Mas, se forem claros, ainda podem mudar.

     

  • Dicas para escolher a melhor poltrona de amamentação

    Postado em: 18/11/2015 - Sem comentários

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    A amamentação fortalece o vínculo entre mãe e filho e também é a melhor maneira de alimentar a criança. Por tudo isso, o momento de amamentar, ou mesmo de oferecer a mamadeira, deve ser o mais calmo e tranquilo possível. Uma boa poltrona de amamentação contribui muito para o conforto da mamãe e o total relaxamento da criança.

    A posição confortável proporcionada por uma poltrona ajuda a evitar possíveis desconfortos para a mulher, como dores nas costas e cansaço nos braços.

     

    Conforto é a ordem da poltrona de amamentação

    Quando você decide comprar uma poltrona para amamentar seu bebê, percebe que existem diversos modelos e estilos: poltronas giratórias, com ou sem balanço, com bolso nos lados para guardar objetos, com estilo tradicional ou moderno, entre outros.

    Além disso, ainda tem o revestimento que pode ser de couro ou em outros tecidos. Conforme a arquiteta Deise Soares, a poltrona de amamentação deve ter um tecido de fácil limpeza, pois há um grande risco de derramar a mamadeira, leite, ou o bebê regurgitar.

    No entanto, mais importante que o tecido e o estilo é o fato de que a poltrona de amamentação, segundo a arquiteta, deve ser muito confortável, já que será utilizada por longos períodos. Por isso, ao sentar, a mãe deve ficar com os pés encostados no chão e as costas no encosto da poltrona.

    Para mulheres baixas e que não conseguem encostar os pés no chão, existem poltronas que vêm com puff para apoiar os pés, proporcionando o conforto necessário para o momento da amamentação.

    Deise ainda ressalta que a mulher pode querer encostar a cabeça na hora de amamentar. Assim, alguns móveis mais modernos proporcionam esse conforto a mais.

    A localização mais adequada para a poltrona de amamentação, de acordo com Deise, dentro do ambiente residencial, é o dormitório do bebê. Dessa forma, o pequeno irá se acostumar com o seu próprio “cantinho”. Além disso, a mamãe tem o controle total de ruídos e iluminação em um local desenvolvido especialmente para o bebê, quando todo o projeto é pensado junto.

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    Poltrona de amamentação para fazer dormir

    A poltrona de amamentação pode ser usada também para fazer o bebê dormir. Depois de mamar, a criança pode continuar no colo da mamãe para adormecer, já que estará relaxado e alimentado.

    Para as mamães que desejam usar a poltrona para fazer a criança dormir, Deise sugere uma atenção especial. “Nesse caso, a cadeira deve ser mais alta no encosto para que a mulher possa encostar a cabeça e descansar. Além disso, precisa ter apoio para os braços”, afirma a arquiteta.

    Agora que você já conhece os principais cuidados para garantir que seu bebê mame com calma e tranquilidade, escolha a melhor poltrona que combine com sua decoração e com o quarto do bebê.

    Escolha o estilo, mas não abra mão da segurança e do conforto. Na dúvida, busque a orientação de profissionais da arquitetura.

    Pensando em total conforto e segurança para a mamãe e o bebê, a BBtrends adquiriu uma das melhores linhas de poltronas de amamentação do mercado. Tem giratória, sem ser giratória, com pufe para apoiar os pés… uma mais confortável do que a outra. Confira clicando aqui.

     

    FONTE: Redação Doutíssima

     

     

  • Os benefícios do método canguru

    Postado em: 16/11/2015 - Sem comentários

    Pesquisas não faltam para comprovar o incentivo ao desenvolvimento que o método canguru é capaz de fazer aos bebês de baixo peso e prematuros

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    Colocar o bebê em contato com você. Pele a pele, para sentir o seu cheiro e ganhar o calor do seu corpo. Esse é o método canguru, um tipo de assistência neonatal que estimula o desenvolvimento e ajuda na recuperação de bebês de baixo peso e prematuros.

    Tudo começou na década de 1980, quando o médico Edgar Rey Sanabria, professor de neonatologia e pediatria do Instituto Materno Infantil de Bogotá, na Colômbia, se assustou com a alta taxa de mortalidade de bebês prematuros em seu hospital.

    Ele decidiu, então, introduzir um novo método para enfrentar a falta de incubadoras e de atenção especializada para esses bebês. Edgar sugeriu que as mães tivessem um contato pele a pele com os filhos para mantê-los aquecidos e facilitar a amamentação.

    O método não só reduziu a mortalidade como também melhorou o desenvolvimento dos bebês. Com o tempo, foi se expandindo a outros hospitais colombianos e tornou-se conhecido em todo o mundo. No Brasil, ele chegou em 1997 no Instituto Materno Infantil de Pernambuco (IMIP). Em 2000, o Ministério da Saúde publicou a Norma de Atenção Humanizada ao Recém-Nascido de Baixo Peso, atualizada posteriormente pela Portaria nº 1.683 de 12 de julho de 2007. O objetivo foi mudar a postura dos profissionais e fazer com que o método canguru se desenvolvesse no país.

    Nos últimos anos, diversos estudos científicos comprovaram os benefícios dessa estratégia para recém-nascidos de baixo peso e prematuros. O mais recente deles, coordenado pela enfermeira Susan Ludington Hoe, da Escola de Enfermaria Frances Payne Bolton, da Universidade Case Western Reserve, nos Estados Unidos, comprovou, mais uma vez, que o método promove o crescimento e o desenvolvimento motor e cognitivo de crianças prematuras. E os benefícios se estendem até os 16 anos.

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    Sensibilidade só faz bem

    Além do método canguru, a sensibilidade e o estímulo cognitivo também são fundamentais para os bebês prematuros e de baixo peso. Um estudo feito pela Universidade de Warwick, no Reino Unido, mostrou que filhos de pais sensíveis que cresceram em um ambiente cognitivamente estimulante apresentaram melhor desempenho escolar aos 13 anos.

    Para os cientistas, sensibilidade parental significa a adaptação dos pais ao comportamento e às respostas da criança, respeitando os limites da idade e do desenvolvimento do prematuro. Responder de forma gentil, ter paciência e sugerir soluções em vez de tomar conta da situação e resolver as tarefas no lugar da criança são alguns dos exemplos observados que fizeram diferença.

    Para o psicobiólogo Ricardo Monezi, pesquisador do setor de medicina comportamental da Universidade Federal de São Paulo, é fundamental que os pais saibam estimular o bebê prematuro para garantir que ele tenha, nos braços da família, o mesmo desenvolvimento que teria se ainda estivesse no útero.

    “A estimulação cognitiva é importante para todas as crianças, mas para o prematuro tem que ser feito de forma muito efetiva. Deve começar logo após o nascimento e envolver, além de muito carinho e dedicação com o método canguru, a estimulação dos cinco sentidos, das habilidades cognitivas – com brinquedos, música, massagens, histórias – e motoras”, explica Monezi.

    Benefícios do método canguru

    – ajuda no desenvolvimento físico e emocional do bebê,
    – reduz o estresse, a dor e o choro do recém-nascido,
    – estabiliza o batimento cardíaco, a oxigenação e temperatura do corpo do bebê,
    – ao ouvir o som do coração e da voz da mãe, o bebê fica mais calmo e sereno,
    – aumenta o vínculo mãe-filho,
    – favorece o aleitamento materno,
    – contribui para a redução do risco de infecção hospitalar,
    – maior confiança dos pais nos cuidados com o bebê,
    – contribui para otimização dos leitos de UTI.

    Centros de Referência Nacional para método canguru:

    1) Hospital Universitário da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) – Unidade Materno Infantil
    Rua Silva Jardim, nº 215, Centro
    São Luis/MA
    CEP: 65.020-560
    Telefone: (98) 2109-1000
    E-mail: huufma@huufma.br
    Site: www.huufma.br

    2) Hospital Geral de Itapecerica da Serra (HGIS/SP)
    Avenida Guacy Fernandes Domingues, nº 200, Embu-Mirim
    Itapecerica da Serra/SP
    Telefone: (11) 4668-8988 / Fax: (11) 4666-6805
    CEP 06.854-000
    Site: http://www.hgis.org.br

    3) Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS/RJ)
    Rua Afonso Cavalcante ,455 8º andar Sala 801, Cidade Nova
    Rio de Janeiro/RJ
    Telefones: (21) 2503-2212/ 2207/ 2214/ 2273
    CEP: 20.211-901

    4) Hospital Universitário da Universidade Federal de Santa Catarina (HUUFSC)
    Rua: Profª Maria Flora Pausewang, s/nº, Trindade
    Florianópolis/SC
    Telefone/FAX: (48) 3721-9100/ 3721-8354
    CEP 88040-900
    Site: http://www.hu.ufsc.br

    5) Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira (IMIP)
    Rua dos Coelhos, 300, Boa Vista
    Recife/PE
    Telefone: (81) 2122.4100
    Fax: (81) 2122.4703
    CEP 50.070-550
    E-mail: imip@imip.org.br

    Fonte: Graziela Del Ben, neonatologista do Hospital e Maternidade São Luiz (SP)

  • Quando o leite é o vilão

    Postado em: 12/11/2015 - Sem comentários

    Problemas como intolerância à lactose e alergia à proteína do leite podem privar algumas crianças do alimento, essencial para o desenvolvimento. Entenda a diferença entre os dois e saiba como contorná-los:

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    1. Muita gente confunde a alergia à proteína do leite com a intolerância à lactose. O que diferencia os dois problemas?
    A intolerância se dá quando o organismo não produz quantidade suficiente de uma enzima digestiva chamada lactase. Tal substância é responsável por decompor a lactose, nome dado ao açúcar presente no leite. Se não for decomposta, ela chega ao intestino grosso e logo é fermentada por bactérias, promovendo dores musculares e a formação de gases. Já a alergia é uma reação do organismo a uma proteína, ou seja, envolve o sistema imunológico, o que não ocorre na intolerância.

    2. Quais são os sintomas?
    No caso da intolerância congênita, o bebê apresenta diarreia intensa logo nas primeiras mamadas. Continuar oferecendo leite pode até levá-lo à morte. Já nos demais tipos, o incômodo se concentra no intestino e se manifesta por distensões abdominais, flatulência, diarreia e náuseas. É comum também a perda de peso.

    3. Quando começa a se manifestar?
    Ele pode aparecer já nos recém-nascidos, embora seja raro. Nesse caso, trata-se de uma deficiência congênita, ou seja, o bebê nasce sem produzir a lactase, que decompõe o açúcar. É o quadro mais grave da doença, capaz de impedir, até mesmo, o aleitamento materno. As crianças mais velhas também estão sujeitas ao problema.

    4. Como isso acontece nas crianças maiores?
    Qualquer pessoa está sujeita à deficiência primária, que é uma diminuição natural da produção de lactase. Assim como em todos os mamíferos, o organismo do ser humano foi programado para beber leite apenas durante os dois primeiros anos. Ao completar 4 ou 5 anos, a quantidade da enzima passa a cair gradativamente, podendo levar à intolerância. Isso costuma acontecer com cerca de 50% das pessoas. Há também a deficiência secundária, provocada por doenças intestinais que afetam temporariamente a produção da enzima. O problema é reversível, ou seja, depois da melhora do quadro clínico, o organismo pode voltar a tolerar o açúcar do leite.

    5. Como é feio o diagnóstico?
    O exame mais comum para detectar a intolerância é simples: a criança deverá ingerir, em jejum, uma dose de lactose diluída em água. Após algumas horas, amostras de sangue são coletadas e indicam os níveis de glicose absorvidos pelo organismo (a partir da quebra da lactose). Para quem já nasceu com a doença, o problema pode ser descoberto com um teste genético, recém-lançado no mercado. Nesse caso, não é necessário ingerir o açúcar – basta coletar o sangue para verificar se há alguma mutação em relação à produção da enzima.

    6. E como o tratamento deve ser conduzido?
    É mais fácil lidar com a intolerância do que com a alergia. Só para se ter ideia, em alguns casos, nem é preciso remover totalmente a lactose do cardápio da criança. Iogurtes, queijos e até mesmo leites com baixo teor de açúcar podem ser consumidos, desde que sejam liberados após avaliação do pediatra. Também é comum utilizar suplementos da enzima lactase, que estão disponíveis no mercado, em comprimidos ou sachês. Os pais podem acrescentá-los aos laticínios na hora das refeições, pois a fórmula ajuda na digestão da lactose.

    É alergia!

    1. O que provoca a alergia?
    É uma resposta imunológica às proteínas presentes no leite industrializado (seja de vaca, cabra, búfala). O organismo entende que essas substâncias são agentes estranhos e devem ser combatidos, ocasionando reações. O leite materno é isento das tais proteínas e não oferece riscos à saúde do bebê. De acordo com a Sociedade Brasileira de Pediatria, um em cada 20 lactentes apresenta alergia, sendo que o risco de manifestar o problema aumenta em até 40% quando pais ou irmãos possuem a alteração. Não há regra sobre o período de surgimento: pode ser no primeiro ano de vida ou depois.

    2. Quais são os princiáis sintomas?
    Os bebês podem ter dois tipos de reações alérgicas: a imediata e a tardia. A primeira é mais rara e acontece nas 24 horas que sucedem a ingestão do leite. Os sintomas são urticárias na pele (elevações bem demarcadas acompanhadas de vermelhidões), problemas respiratórios como rinite, asma e bronquite, falta de ar, edema nos lábios e, em casos extremos, choque anafilático, que pode levar à morte se não houver uma intervenção de urgência. Já a tardia costuma ocorrer cerca de duas semanas depois – diarreia e a presença de sangue nas fezes são os indícios mais comuns. Tudo isso pode vir acompanhado de irritação, noites maldormidas e choro na hora da amamentação.

    3. Como é feito o diagnóstico?
    Ao notar os sintomas no seu filho, o recomendado é procurar o pediatra e um especialista em alergia e relatar o quadro. Informações como alimentos suspeitos, intervalo entre o aparecimento dos sintomas e possíveis tratamentos utilizados anteriormente são muito importantes para a construção do diagnóstico, além de orientarem a realização de exames adicionais. Há dois testes disponíveis: um pode ser feito diretamente na pele e o outro por coleta de sangue. Ambos acusam o excesso de anticorpos específicos, o que aponta para a ocorrência do quadro alérgico.

    4. Qual é o tratamento adequado?
    Uma vez confirmada a doença, o médico orientará a retirada da proteína animal do leite e seus derivados da dieta. Leite de soja é permitido. Os bebês, porém, precisam do alimento para ganhar calorias e ter um desenvolvimento saudável. Nesse caso, os médicos costumam prescrever o consumo de fórmulas hipoalergênicas, nas quais a proteína já vem fracionada, o que diminui o risco de reação alérgica. Os familiares devem ficar atentos aos rótulos e orientar as crianças maiores (com 2 anos ou mais) a não ingerirem nada que contenha leite, explicando claramente os motivos e as consequências. Comunicar a escola também é fundamental.

    5. Quais outros alimentos ajudam a equilibrar a falta ou a deficiência de cálcio?
    Ter uma dieta saudável e rica em frutas e legumes é sempre uma boa saída. Vegetais de cor verde-escura, como brócolis, couve e agrião, são ótimas alternativas. Também vale incluir no cardápio suco de laranja e peixes, como salmão e sardinha. Já que o nosso organismo precisa de 1.200 a 1.500 mg de cálcio por dia, muitas vezes será preciso ingerir suplementos específicos, que devem ser prescritos pelo pediatra.

    Fontes: Vera Lucia Sdepanian, pediatra da Unifesp e Fábio Castro, presidente da Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia.

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